Ontem o Grêmio levou menos torcedores ao estádio do que o Primavera, um time do interior paulista, de Indaiatuba.
É a nossa realidade.
O Grêmio já foi sinônimo de grandes jogos, casa cheia.
Hoje parece que nos tornamos pequenos. Já não atraímos como antes.
No Morumbis foi assim: arquibancadas que não intimidam, um time que não impõe.
Estamos perdendo a grandeza que nos diferenciava.

E o mais triste?
Ontem eu fiquei aliviado. Não pela derrota — mas porque foi “só” 2 a 0.
Escapamos de uma goleada histórica.
O Mister é um mistério.
Antes de cada jogo, ninguém sabe o que esperar.
Não há segurança, não há padrão, não há confiança.
Neste fim de semana, contra o Juventude, somos nós que entramos como coadjuvantes.
E isso talvez seja o que mais machuca.
Estamos nos apequenando.