O Grêmio começou o dia dos namorados levando a torcida (sua namorada) para jantar num lugar bacana, nada muito chique, mas um lugar bacana, começando o jogo em cima do time do Corinthians, com caricias pelo lado direito e com um beijo lindo, de cinema, no gol do Braithwaite. Estávamos, como namorados que somos, com os olhos até brilhando, ele estava se comportando bem.

FOTO: LUCAS UEBEL/GREMIO FBPA
Mas com o passar da noite, foi perdendo o charme, a insinuação, o jogo da conquista tão importante nessa data e foi ficando como age todos os dias ultimamente, fraco, sem interesse e displicente.
No final, foi uma noite insossa, quase sem graça, mas conseguimos ver que o time ainda pode conquistar sua torcida, com lampejos de impetuosidade.
Mas, o mais importante de da noite foi saber que a noite do rival foi pior e ele acabou na zona.

Fernando Junqueira nasceu num 10 de março de 1967 e no dia 12 de março o Grêmio estava em campo contra o Santos de Pelé no Olímpico. Conta a história da família que o pai estava ao lado do berço do bebê Fernando, com um rádio (daqueles grandes da época), que se colocava no ouvido e gritou muito alto quando o Alcindo fez o nosso gol e que nesse momento Fernando levantou os dois braços e chorou de emoção e desde então nunca mais parou de se emocionar com as cores preto, azul e branco.
É palestrante e consultor de empresas, diretor da Fernando Junqueira Desenvolvimento Empresarial e autor dos livros: AVENTURAS IMORTAIS I e II e também do O que fazer para RH dar lucro.