OPINIÃO
CANCHA AMPLA – Futebol e Rock’n’Roll além de grenalismos
Há tempos digo que o Internacional hoje é um time sem a alma peleadora gaúcha. É apenas um CNPJ na Padre Cacique, nada além disso. São 13 eliminações na conta da gestão Alessandro Barcellos, que faz parte deste processo.
Devolvam o meu Colorado! Já começa devolvendo o Roger Machado e o Ronaldo para o Juventude, atualmente uma filial de times do interior paulista. Ronaldo, carioca da gema, que cresceu no Maracanã, falhou no primeiro gol do Fluminense, marcado por Canobbio, este um charrua pampeano limitadíssimo igual ao Flu, mas aguerrido com jogadores como Keno, Thiago Santos, Lima, entre outros atletas tricolores com passagem pela província de São Pedro.
Alan Patrick ainda empatou, de pênalti, após uma paradinha irresponsável e mal sucedida, anulada por irregularidade apontada pelo VAR, não desperdiçou na segunda chance. Diga-se de passagem, um capitão sem sangue. Hoje completa 45 anos , em que um Inter bravo e aguerrido quase conseguiu seu primeiro título da Libertadores naquela final contra o Nacional, no Centenário – 1 a 0 para os uruguaios que deram a volta olímpica.
O Inter está distante desta realidade. Eliminado da Copa do Brasil, só resta a Libertadores diante do Flamengo. Mudanças urgem logo após a meia-noite. A solução está na fronteira. Juan Pablo Vojvoda já está com o cavalo enchilhado em Uruguaiana, aguardando o chamado da diretoria. Com o argentino, venha o Rodrigo Possebon, ex-guri da base colorada, para assumir a direção de futebol e trazer jogadores com a envergadura moral pra vestir a camisa colorada.
Mas pelo andar da carruagem, Roger só não cai hoje porque não habla.
O maior culpado de tudo é a gestão Barcellos, que possui mais um ano e meio de mandato, um dos piores di rigentes da história do Clube do Povo. Nesta semana, o Inter dispensou dois atletas, Ramón, que custou R$ 9 milhões aos cofres do clube, e Diego Rosa. Contratou um lateral, Richard, lesionado na primeira etapa hoje à noite no Maracanã.
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