Ufa, até que enfim uma ponta de esperança.
Mineiramente o Grêmio foi a Belo Horizonte e cozinhou o Galo.
Com exceção do golaço do rapaz que é ótimo em cubo mágico, que enfiou a bola naquele quadradinho imaginário entre a trave e o travessão, onde dorme a coruja, o Grêmio fez um jogo de domínio e imposição.
O atacante com nome de super-herói verde, amarelou frente a dupla Kannemann e Balbuena.
Foi a primeira derrota do Atlético em seu estádio nesse brasileirão.
Tivemos até, a meu ver, a melhor partida do Edenílson com a camisa do Grêmio, com direito até a gol.
Que não seja apenas uma ilusão de um domingo de agosto.
Hoje vou dormir acreditando que podemos ter um belo horizonte pela frente.
Imagem: Fernando Moreno – AGIF

Fernando Junqueira nasceu num 10 de março de 1967 e no dia 12 de março o Grêmio estava em campo contra o Santos de Pelé no Olímpico. Conta a história da família que o pai estava ao lado do berço do bebê Fernando, com um rádio (daqueles grandes da época), que se colocava no ouvido e gritou muito alto quando o Alcindo fez o nosso gol e que nesse momento Fernando levantou os dois braços e chorou de emoção e desde então nunca mais parou de se emocionar com as cores preto, azul e branco.
É palestrante e consultor de empresas, diretor da Fernando Junqueira Desenvolvimento Empresarial e autor dos livros: AVENTURAS IMORTAIS I e II e também do O que fazer para RH dar lucro.