O Grêmio jogou contra um time que entrou em campo com uma fantasia de festa infantil como uniforme.
Jogou com a velocidade daquela criança que ao invés de brincar, fica sentada só comendo doce e bebendo refrigerante, enquanto as outras crianças se divertem correndo a festa toda.
O Bahia, com seu uniforme de Super Homem, igual daqueles personagens que animam aniversários infantis, não tomou conhecimento do Grêmio, que se afogou na piscina de bolinhas, foram 4 dentro da rede, mas poderiam ter sido muito mais.

Como num espetáculo de mágica, o Grêmio passou o jogo todo sem ver a cor da bola.
E o 4º gol do Bahia foi a imagem da patética atuação do time tricolor
Quando parecia que estava tomando forma, o Grêmio desandou na Bahia, foi um passeio, uma vergonha. O Grêmio foi novamente um amontoado, descoordenado. Parecia um time de crianças jogando contra adultos, o time da 5ª A jogando o campeonato do colégio contra o time da 8ª C.
Nosso presente de Natal será chegar aos 45 pontos.

Fernando Junqueira nasceu num 10 de março de 1967 e no dia 12 de março o Grêmio estava em campo contra o Santos de Pelé no Olímpico. Conta a história da família que o pai estava ao lado do berço do bebê Fernando, com um rádio (daqueles grandes da época), que se colocava no ouvido e gritou muito alto quando o Alcindo fez o nosso gol e que nesse momento Fernando levantou os dois braços e chorou de emoção e desde então nunca mais parou de se emocionar com as cores preto, azul e branco.
É palestrante e consultor de empresas, diretor da Fernando Junqueira Desenvolvimento Empresarial e autor dos livros: AVENTURAS IMORTAIS I e II e também do O que fazer para RH dar lucro.