Mais uma noite de terror, mais um jogo horroroso do Grêmio, mais justificativas furadas e agora com invenções mirabolantes e infrutíferas. Realmente a torcida do Grêmio está sendo muito mal tratada esse ano dentro do campo.
Mais uma vez foi sonegado um pênalti legitimo a favor do Grêmio, ou o que o jogador do Cruzeiro estaria fazendo com os 2 braços levantados dentro da própria área?
Pedindo aos céus?
Apontando um cometa?
Sendo assaltado?
Ou aumentando o espaço corporal de forma indevida?
Mas fora isso, o Cruzeiro não suou a camiseta, jogou para o gasto contra um Grêmio desorganizado, correndo errado e totalmente ineficiente.
Não faltou garra, não falta garra ao time, faltou organização, foi facilmente amarrado pelo time mineiro.

Aí, se não bastasse tudo isso, o Mano me vem com Pavon, só isso já seria um absurdo, pois esse atleta nunca acrescenta nada, ou melhor, se tem algo bom, quando ele entra isso se perde, mas o Mano colocou o Pavon de Ala, numa invenção que só no imaginário do Mano poderia dar certo.
Alias temos aqui que fazer um elogio ao Pavon: esse rapaz deve ser muito gente boa, deve ser um baita cara dentro do grupo, deve ajudar a carregar os coolers com isotônico durante os treinos, ajudar a cortar a grama da Arena, ajudar a todos, deve realmente ser um cara genial fora do jogo, pois só isso pode explicar o encantamento dos técnicos do Grêmio por ele. Todos escalaram e ainda escalam ele. Deve ser a tal meritocracia pelo engajamento que muitos falam.
A noite do gremista só não foi pior graças ao Vitória, que venceu eles e os colocou a um passo do Z4, se bem que ainda nos faltam 6 pontos para fugir.
Ah! O pré jogo de ontem também estava ótimo no Bar do Lupi (como sempre – O melhor pré jogo da Arena), apesar de terem me colocado como assador. Mas tenho certeza que fiz meu papel com mais categoria que a maioria dos jogadores do Grêmio ontem, creio que ganhei o selo Arthur de qualidade no churrasco.

Fernando Junqueira nasceu num 10 de março de 1967 e no dia 12 de março o Grêmio estava em campo contra o Santos de Pelé no Olímpico. Conta a história da família que o pai estava ao lado do berço do bebê Fernando, com um rádio (daqueles grandes da época), que se colocava no ouvido e gritou muito alto quando o Alcindo fez o nosso gol e que nesse momento Fernando levantou os dois braços e chorou de emoção e desde então nunca mais parou de se emocionar com as cores preto, azul e branco.
É palestrante e consultor de empresas, diretor da Fernando Junqueira Desenvolvimento Empresarial e autor dos livros: AVENTURAS IMORTAIS I e II e também do O que fazer para RH dar lucro.