Grêmio fez o certo, escalou todo o time considerado reserva para essa partida contra o Juventude.
Num primeiro tempo onde eu cochilei dos 25 minutos até o intervalo, e creio que não perdi nada, e num segundo tempo onde tivemos algo parecido com uma partida de futebol, quero ressaltar as boas novidades que vi na cancha. O retorno do Balbuena, dando segurança a zaga, a partidaça do Noriega de volante, cabeça erguida, bons desarmes e boa saída de bola e o retorno do Monsalve, fazendo o que um 10 tem que fazer, além do belo gol.

Lamentavelmente, mais uma vez, o Gabriel Mec não mostrou nada.
Uma partida onde o Luis Castro pode ter visto algumas opções para o jogo contra o Botafogo no meio de semana, e por isso afirmo que foi um jogo treino bem interessante esse de hoje. Não fiquem bravos, o campeonato gaúcho só serve para isso, para preparar a equipe para os campeonatos que valem a pena, e para isso, até o juiz colaborou, uma arbitragem horrorosa e totalmente direcionada para dar qualquer contato como falta para o Juventude. O mesmo contato, quando era a favor do Grêmio não era dado. Não sei se o juiz é só fraco, pois só posso afirmar que isso ele é, mas que foi “estranha” a arbitragem, isso foi.
Contra o Botafogo, Balbuena na zaga, Noriega de primeiro volante e Monsalve de armador.

Fernando Junqueira nasceu num 10 de março de 1967 e no dia 12 de março o Grêmio estava em campo contra o Santos de Pelé no Olímpico. Conta a história da família que o pai estava ao lado do berço do bebê Fernando, com um rádio (daqueles grandes da época), que se colocava no ouvido e gritou muito alto quando o Alcindo fez o nosso gol e que nesse momento Fernando levantou os dois braços e chorou de emoção e desde então nunca mais parou de se emocionar com as cores preto, azul e branco.
É palestrante e consultor de empresas, diretor da Fernando Junqueira Desenvolvimento Empresarial e autor dos livros: AVENTURAS IMORTAIS I e II e também do O que fazer para RH dar lucro.