O Grêmio jogou duas partidas este ano contra equipes que estão com o mesmo tempo de preparação, e nas duas foi dominado tática e fisicamente, isso nos liga um sinal de alerta.
Nosso sistema defensivo continua com os mesmos problemas dos 2 ou 3 últimos anos, qualquer equipe chega facilmente dentro da nossa área, independente da dupla de zagueiros, que estão jogando desprotegidos.
Nosso ataque, não está sendo alimentado, não adianta contratar o “Furacão” Tete se ele tem que vir até a lateral buscar a bola, lembrem-se furacão são devastadores, mas invariavelmente cobrem pequenas distancias.

A bola chega para o Carlos Vinicius somente no balão.
Falta contratar com urgência, um VOLANTE que de essa segurança ao sistema defensivo, um ARMADOR, que flutue pelo meio campo e consiga colocar no jogo nossos “pontas” velozes e um LATERAL DIREITO, pois todos os ataques dos adversários são focados nessa área do campo.
Ednilson, que todos nós sabemos as limitações, é muito mais participativo que o Cristaldo, o que também mostra que precisamos muito mais.
O time melhorou ontem com a entrada do Pavon, o que por si só já mostra que temos muita coisa para arrumar, caso contrário será mais um longo e terrível ano.
Quando a Solução é o Pavon é porque não só não evoluímos nada, mas sim involuímos.


Fernando Junqueira nasceu num 10 de março de 1967 e no dia 12 de março o Grêmio estava em campo contra o Santos de Pelé no Olímpico. Conta a história da família que o pai estava ao lado do berço do bebê Fernando, com um rádio (daqueles grandes da época), que se colocava no ouvido e gritou muito alto quando o Alcindo fez o nosso gol e que nesse momento Fernando levantou os dois braços e chorou de emoção e desde então nunca mais parou de se emocionar com as cores preto, azul e branco.
É palestrante e consultor de empresas, diretor da Fernando Junqueira Desenvolvimento Empresarial e autor dos livros: AVENTURAS IMORTAIS I e II e também do O que fazer para RH dar lucro.