O PULSO AINDA PULSA

Lembrei deste clássico do Titãs, feita em 1989, onde a letra enumera de forma exaustiva diversas doenças, infecções e condições humanas, reforçando a resistência da vida com o refrão “o pulso ainda pulsa”, mesmo diante de tanta fragilidade física e emocional. Ontem o meu pulso pulsou novamente, apesar de todas as fraquezas que o time do Grêmio vinha e vem apresentando, contra o Atlético/MG, desde o início do jogo, o Grêmio foi propositivo, enérgico, ocupou espaços, lembrou o Grêmio que todos temos na memória.

FOTO: LUCAS UEBEL/GREMIO FBPA

Eu vi o Amuzu dar um carrinho na lateral, eu vi um meio de campo pegador e que tinha opções do que fazer quando tinha a bola, eu vi até o Pavon fazer a melhor partida com a camisa do Grêmio e a boa estreia do argentino Nardoni. Realmente foi uma noite de adrenalina na veia, de ressuscitação.

FOTO: LUCAS UEBEL/GREMIO FBPA

Num primeiro tempo onde o Tricolor foi muito superior ao Galo, mas não chutou nenhuma bola em direção ao gol, passamos para um segundo tempo de TOTAL domínio do Grêmio, o gol do Atlético foi uma falha individual, pois eu também vi a zaga dos guris Viery e Gustavo Martins, não darem nenhuma chance ao Hulk e seus companheiros.

Talvez seja o começo da afirmação de algo positivo no trabalho do Luís Castro, só não pode ser a melhora da morte.

Agora é tudo Grenal, onde não há lugar para recaídas.

O pulso ainda pulsa!

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