Fora da Copa do Brasil!
Fora da Sul Americana!
Só resta ao Grêmio agora o campeonato brasileiro, onde, lamentavelmente, a luta é para fugir do Z4 e alcançar o mais breve possível os tais de 45 pontos, ou o que baste para escapar.
O time do Grêmio é um amontoado de jogadores médios ou ruins, não sei dizer a proporção de médios e ruins, mas sei que os ruins puxam os médios para baixo, e todos esses, médios e ruins, acabam eclipsando os jovens bons talentos como Alysson Edward e Riquelme, que parecem ser os que poderão fazer algo de diferente.

Ontem, no segundo tempo do jogo contra o Alianza Lima, do Peru, o Kannemann, além de ter que correr feito um louco (Kannemann e louco devem ser sinônimo), ainda teve que armar o time.
Ou o Marcelo, o dono da padaria, começa investir pesado já esse ano, em jogadores titulares e que deem a resposta imediata, ou o sonho dele de ser presidente do clube irá começar na 2a divisão.
Falta farinha e fermento nesse time, ou corremos o risco dele abatumar.
Temos que fugir do Z4, esse é o foco até o final do ano.
Concorda?
Não concorda?
Fala ai, mas começa a seguir a gente nas redes.

Fernando Junqueira nasceu num 10 de março de 1967 e no dia 12 de março o Grêmio estava em campo contra o Santos de Pelé no Olímpico. Conta a história da família que o pai estava ao lado do berço do bebê Fernando, com um rádio (daqueles grandes da época), que se colocava no ouvido e gritou muito alto quando o Alcindo fez o nosso gol e que nesse momento Fernando levantou os dois braços e chorou de emoção e desde então nunca mais parou de se emocionar com as cores preto, azul e branco.
É palestrante e consultor de empresas, diretor da Fernando Junqueira Desenvolvimento Empresarial e autor dos livros: AVENTURAS IMORTAIS I e II e também do O que fazer para RH dar lucro.