ERA UM GRENAL PARA ERRO ZERO DO INTER E TAMBÉM DA ARBITRAGEM. NEM UM, NEM OUTRO

A grande desvantagem que o Inter tinha em face do placar do primeiro Grenal obrigava o Inter a jogar de forma precisa, sem cometer erros fatais. Mas isso não aconteceu.

O Inter teve pleno domínio do primeiro tempo, criando três oportunidades claras de gol, placar que levaria a decisão para as penalidades. Carbonero perdeu um gol incrível no começo da partida. 

Um gol marcado já no início da partida modificaria o ânimo e a postura do time e do adversário. Borré também perdeu outro gol. Isso já acontecera em anos anteriores com o Inter.

Foto: Ricardo Duarte / Internacional

Em jogo decisivo, ainda mais precisando de um placar dilatado, não se pode perder gols como esses. Para complicar, após a anulação do pênalti cometido sobre Alan Patrick, o time parece ter perdido o controle emocional.

Isso fica claro no gol do Grêmio. Um escanteio cedido desnecessariamente, já nos acréscimos, e uma falha de marcação absurda, deixando o jogador adversário livre para chapar para o gol em uma bola rasteira. Isso é inaceitável.

Foto: Ricardo Duarte / Internacional

Apesar do empate e perda do título, os números do jogo deixam claro o absoluto controle da partida pelo Inter, mas que não se converteu em gols suficientes para reverter a vantagem gremista.

Por fim, não há como não falar em arbitragem. O pênalti de cartilha assinalado pelo arbitro e anulado por “força do VAR” interferiu no resultado do jogo. Para uns foi, para outros não.

Foto: Ricardo Duarte / Internacional

Outro lace polêmico, revisado pelo VAR, foi o “pisão” intencional no pé de Borré, revisado pelo VAR, rendendo cartão amarelo para o jogador gremista. Até a IA sabe que era lance para expulsão! Vejamos:   

“Sim, um pisão intencional no pé do adversário é considerado conduta violenta (Regra 12 da IFAB) e deve resultar em expulsão direta (cartão vermelho) se for caracterizado como uso de força excessiva ou brutalidade, sem intenção de disputar a bola. 

CBFCBF +2”

O Grêmio já fora beneficiado pela arbitragem com um gol escancaradamente irregular contra o Juventude. A banca segue pagando e recebendo de acordo com a “orientação do vento”.  No creo en brujas, pero que las hay, las hay…

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