NA ALTITUDE DA ARENA

O Bolivar se sentiu bem jogando na altitude da Arena, não tomou conhecimento do Grêmio e poderia ter feito mais.

Deve ser muito difícil jogar na altitude da Arena sem ter um time com um mínimo de organização tática.

Deve ser muito difícil jogar na altitude da Arena com um engodo de técnico que não consegue armar o time para ganhar do Bolivar.

Foi gritante a diferença de organização dos dois times, enquanto o Bolivar parecia estar a 4000 metros de altitude o Grêmio batia cabeça em campo. Deve ser muito bem pago o técnico do clube do altiplano andino, pois desfilou organização e competência nos 10 metros acima do nível do mar onde está situada a Arena do Grêmio.

O Grêmio, mais uma vez, foi um amontoado em campo, com Pavon errando absolutamente tudo (como quase sempre), com Tetê sendo engolido pela marcação adversária, com Amuzu com a cabeça fora do Grêmio (desde que, de forma estúpida, não deixaram ele ir jogar na seleção de Gana, ele está com a cabeça fora daqui) e com um meio de campo de inaptos e ineptos, incapazes de combater e criar.

Além de, na beira do campo, ter a figura patética e incompetente do treinador. Não é possível que exista alguém que ainda acredite que o Luís Castro consiga contribuir com algo.

Na altitude do bairro Humaitá, talvez eu tenha passado, como torcedor gremista, a maior vergonha num jogo de futebol do meu time jogando em casa, tanto no velho Olímpico, quanto na Arena.

E existem somente dois culpados por esta vergonha que passei hoje, o técnico Luís Castro e o presidente Odorico, que continua mantendo esse incapaz treinando a equipe.

Acorda Odorico, antes que não tenha volta, pois tarde já é.

FOTO: LUCAS UEBEL

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