No jogo de ontem o Grêmio entrou em campo e viu um time vestido de vermelho e branco, automaticamente o cérebro dos atletas mandou uma mensagem para o corpo: “dentro da Arena, time de vermelho e branco, é barbadinha”.

Fez o gol cedo, e lá foi o cérebro mandar outra mensagem: “eu avisei que seria fácil”. Só que o time de vermelho e branco era o bem organizado, forte fisicamente, combativo e descansado Bragantino(não jogava há duas semanas), não aquele outro time que veste as mesmas cores e é facilmente batido dentro da Arena.
O time da terra da linguiça dominou o jogo inteiro, apesar das melhores chances terem sido do Grêmio, perdemos gols que não costumamos perder.
O Grêmio parecia um time cansado e desorganizado, talvez ainda embriagado pelo título gaúcho, talvez sentindo a falta de Arthur e Amuzo.
Deixamos 2 pontos pelo caminho, mas temos uma a certeza, já vimos o time produzir mais.
Foi um jogo muito feio ontem na Arena, minha vontade era de ter asas e sair voando de lá

Fernando Junqueira nasceu num 10 de março de 1967 e no dia 12 de março o Grêmio estava em campo contra o Santos de Pelé no Olímpico. Conta a história da família que o pai estava ao lado do berço do bebê Fernando, com um rádio (daqueles grandes da época), que se colocava no ouvido e gritou muito alto quando o Alcindo fez o nosso gol e que nesse momento Fernando levantou os dois braços e chorou de emoção e desde então nunca mais parou de se emocionar com as cores preto, azul e branco.
É palestrante e consultor de empresas, diretor da Fernando Junqueira Desenvolvimento Empresarial e autor dos livros: AVENTURAS IMORTAIS I e II e também do O que fazer para RH dar lucro.