Quando se faz pão, tem que se ter muito cuidado com a temperatura do forno, pois se ele estiver muito quente, O pão doura por fora e tu achas que ele está pronto, mas na realidade ficou cru por dentro.
A política do Grêmio, principalmente a política dos que não querem mudar a forma de estarem no clube, mais por status, do que por SERVIR AO GRÊMIO, é um forno muito quente.
Não sabemos e talvez não venhamos a saber o que houve nessa desistência do candidato Marcelo, mas o que temos certeza é que muitos, que se acham a bolacha da vez, ou a última bolacha do pacote, não estavam contentes com a aparição e a “compra” do cargo de presidente do clube por ele Ou vocês acham que se ele não tivesse feito o negócio da Arena (que ainda precisa ser transparente) ele conseguiria ser presidente do Grêmio agora?
E, mais uma vez, por causa desta política personalista do Grêmio, quem comerá o pão que o diabo amassou seremos nós, a torcida do Tricolor.
Foto: Nicolas Wagner

Fernando Junqueira nasceu num 10 de março de 1967 e no dia 12 de março o Grêmio estava em campo contra o Santos de Pelé no Olímpico. Conta a história da família que o pai estava ao lado do berço do bebê Fernando, com um rádio (daqueles grandes da época), que se colocava no ouvido e gritou muito alto quando o Alcindo fez o nosso gol e que nesse momento Fernando levantou os dois braços e chorou de emoção e desde então nunca mais parou de se emocionar com as cores preto, azul e branco.
É palestrante e consultor de empresas, diretor da Fernando Junqueira Desenvolvimento Empresarial e autor dos livros: AVENTURAS IMORTAIS I e II e também do O que fazer para RH dar lucro.