Opinião| Tristeza Não Tem Fim…

Os grandes Tom Jobim e Vinicius de Moraes escreveram e cantaram:

“Tristeza não tem fim, felicidade sim

A felicidade é como a pluma
Que o vento vai levando pelo ar
Voa tão leve, mas tem a vida breve
Precisa que haja vento sem parar”

A vitória no amistoso contra o Cruzeiro foi esta pluma que não teve o vento necessário e teve a vida breve.

Fomos massacrados pelo Mirassol, o placar de apenas 2×1 foi enganoso.

Fomos totalmente dominados por um time que estava na 19ª posição e que durante o período da Copa não fez nenhum amistoso.

Foto: Rapha Marques / Grêmio FBPA

É fácil demais, para qualquer técnico, de nível médio da várzea, dar um nó no sistema de jogo que o Luís Castro armou para o Grêmio jogar, e ontem, mais uma vez fomos engolidos pelo adversário.

Por mais estranho que pareça, ainda tem defensores do trabalho do nosso atual “Mister” dizendo que nos falta qualidade no elenco. Ok, irei concordar para efeito de raciocínio.

Quando se tem um grupo fraco de jogadores, qualquer técnico mediano não aramará o time num faceiro e desestruturado 4 3 3 que as vezes fica num 4 2 4(se jogava assim no final dos anos 50). Qualquer técnico minimamente capaz entenderá que não pode deixar o time (com jogadores fracos) com menos jogadores no meio campo e com a defesa exposta. Logo percebemos que este técnico quer adaptar o seu sistema de jogo, independente da qualidade e capacidade dos jogadores.

Ontem foi mais um capítulo desta melancólica melodia que lembramos após cada apresentação do Grêmio neste ano.

Perdemos 48 dias para mudarmos este incompetente do Luís Castro, que não percamos o ano.

O Grêmio está numa tristeza que não tem fim…

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