Assistir um jogo do Grêmio, virou algo desconfortável.
Ontem perguntei no grupo de gremistas do Bar do Lupi se todos tinham a mesma sensação que eu, que a qualquer momento o Grêmio tomará um gol e, para a surpresa de zero pessoas, 5 minutos depois, gol do Atlético.
Nosso técnico é incompetente em treinar, escalar e o pior, em enxergar coisas simples de uma partida de futebol. Ontem, no primeiro tempo, o Galo abriu um jogador na linha latera direita de ataque, se aproveitando que o Pedrinho ainda tem deficiências de marcação e, deitou e rolou por lá, e o “Mister” não fez nada para corrigir, não abandonou o único esquema que sabe escalar que é o ineficiente, no Grêmio atual, 4 3 3.
O técnico do Atlético conhece as deficiências dos nossos jogadores melhor que o Castro que já vai para 9 meses cometendo erros sobre erros.

O nosso treinador armou o meio campo com os mesmos jogadores que escalou na derrota para o Bolivar dentro da Arena. Que outro resultado ele esperava contra o Atlético em Belo Horizonte?
Desafio vocês lembrarem um único TIRO DE META, que o goleiro do Galo bateu no 1º tempo, nem vou perguntar defesa, pois o Grêmio não chutou nem para fora do gol mineiro.
Durante todo o 1º tempo de jogo a única jogada que o Grêmio apresentou foi ficar trocando bola atrás até recuar para o Weverton dar um balão para frente. O nosso goleiro, além de defender foi o responsável pela armação deste arremedo de time montado por esse engodo de técnico que a direção insiste em manter.
No 2º tempo, apesar da boa entrada do Croata Krovinovic, que tentou buscar a bola, armar e dar velocidade ao time, o time foi amassado pelo Atlético, não perdemos de mais porque temos o melhor goleiro do Campeonato.
Krovinovic até tentou criar jogadas, mas os jogadores do Grêmio, presos num esquema que os faz jogar muito espaçados, não davam opções. O Croata que começou bem o jogo, terminou buscando a bola na linha de zagueiros para tentar fazer algo.
Lembrando a todos que o Grêmio só venceu as 2 últimas partidas porque as barreiras dos times adversários ajudaram.
Assistir um jogo deste Grêmio, treinado pelo Luís Castro, é algo muito desconfortável.

Fernando Junqueira nasceu num 10 de março de 1967 e no dia 12 de março o Grêmio estava em campo contra o Santos de Pelé no Olímpico. Conta a história da família que o pai estava ao lado do berço do bebê Fernando, com um rádio (daqueles grandes da época), que se colocava no ouvido e gritou muito alto quando o Alcindo fez o nosso gol e que nesse momento Fernando levantou os dois braços e chorou de emoção e desde então nunca mais parou de se emocionar com as cores preto, azul e branco.
É palestrante e consultor de empresas, diretor da Fernando Junqueira Desenvolvimento Empresarial e autor dos livros: AVENTURAS IMORTAIS I e II e também do O que fazer para RH dar lucro.