Ufa, 3 pontos, e nesse momento apenas isto importa.
Era proibido perder pontos contra o último colocado do campeonato dentro da Arena, e assim o Grêmio fez, ganhou os 3 pontos.
Mas que sofrimento, que agonia, que coisa horrorosa vimos ontem mais uma vez.
É claro que o terrível time da Chapecoense é muito melhor armado taticamente que o Grêmio.
Durante o jogo todo, que pareceu aquelas peladas de final de expediente da firma numa sexta feira, a Chapecoense pressionou o Grêmio, perdendo gols que são inacreditáveis de se perder.
O segundo gol do Grêmio, um golaço do Pavon, se origina de um dos lances mais patéticos que eu vi um zagueiro fazer, acho que nem o zagueiro da firma, aquele senhor calvo que trabalha na contabilidade e joga com joelheiras de gomo é capaz de dar uma espanada como aquela.

Se não fossem o Wallace, mais uma vez sem erros na partida, e o Weverton, com certeza teríamos saído derrotados da Arena, com aqueles placares de jogo de firma.
Vencemos, mas até na vitória vemos a mediocridade do trabalho do Luis Castro.
Agora é tudo Grenal, e ainda bem, o time deles é do nível da Chapecoense, mas não podemos dar chance para o azar, pois ontem escapamos de algo pior contra o último colocado.


Fernando Junqueira nasceu num 10 de março de 1967 e no dia 12 de março o Grêmio estava em campo contra o Santos de Pelé no Olímpico. Conta a história da família que o pai estava ao lado do berço do bebê Fernando, com um rádio (daqueles grandes da época), que se colocava no ouvido e gritou muito alto quando o Alcindo fez o nosso gol e que nesse momento Fernando levantou os dois braços e chorou de emoção e desde então nunca mais parou de se emocionar com as cores preto, azul e branco.
É palestrante e consultor de empresas, diretor da Fernando Junqueira Desenvolvimento Empresarial e autor dos livros: AVENTURAS IMORTAIS I e II e também do O que fazer para RH dar lucro.