O baile surgiu das danças comunitárias durante a Idade Média e ganharam grande sofisticação durante o período da Renascença dentro dos grandes salões, se tornando um símbolo de status.
Ontem na NOSSA Arena, colocamos o adversário que veste vermelho para dançar.
O Grêmio continua com os mesmos problemas táticos, mas algo acontece nos Grenais, onde toda esta deficiência é superada por gana, vontade, alma…E isto, para sermos justos, é mérito do Luís Castro, que tanto critico por não ter dado ainda um sistema de jogo confiável ao time, mas parece que ele entendeu que Grenal não se joga, Grenal se ganha.
Weverton, Wallace, Krovinovic e Carlos Vinícius foram, para mim, os que ditaram o ritmo do baile.

Desde o início eu afirmo que o plantel do Grêmio é melhor do que 12 ou 13 times do brasileirão, e também afirmo que o plantel do time da Padre Cacique é horroroso, do mesmo nível da Chapecoense.
Que dia de Grêmio vivemos ontem e que linda homenagem prestamos aos 15 anos sem títulos do time do Beira Rio, terminando o baile ao som de valsa, a mais tradicional delas, O DANÚBIO AZUL, de Strauss na NOSSA Arena.
Agora o foco é melhorar a pontuação no campeonato brasileiro.
É bom ganhar Grenal, é bom classificar para mais uma semifinal da Copa do Brasil.

Fernando Junqueira nasceu num 10 de março de 1967 e no dia 12 de março o Grêmio estava em campo contra o Santos de Pelé no Olímpico. Conta a história da família que o pai estava ao lado do berço do bebê Fernando, com um rádio (daqueles grandes da época), que se colocava no ouvido e gritou muito alto quando o Alcindo fez o nosso gol e que nesse momento Fernando levantou os dois braços e chorou de emoção e desde então nunca mais parou de se emocionar com as cores preto, azul e branco.
É palestrante e consultor de empresas, diretor da Fernando Junqueira Desenvolvimento Empresarial e autor dos livros: AVENTURAS IMORTAIS I e II e também do O que fazer para RH dar lucro.