Quando houve o sorteio para as 8as da Copa do Brasil e nos coube enfrentar o Mirassol e boa parte de nossa torcida acreditou que seríamos desclassificados, um tanto pela bola que estamos jogando e outro tanto pelo histórico de nunca termos sequer empatado contra o time do interior paulista.
E assim foi no começo do 1º jogo lá em Mirassol, onde o goleiro titular deles, o Walter, fez uma defesa milagrosa e o Grêmio já estava perdendo de 1 x 0.
Eis que aparece Muralha e a história do confronto muda por completo. Nos dois jogos com o Muralha em campo o Grêmio conseguiu dar míseros 3 chutes em direção ao gol, 2 entraram e um foi na trave, logo Muralha não fez nenhuma defesa jogando contra o Grêmio.
O futebol é engraçado, Muralha, cujo conceito é defender, não defende.
Aliás, obrigado Muralha pela forma que armou a barreira no gol do Pavon.
Mas e o Grêmio?
O Grêmio ontem na Arena mostrou o mesmo futebol, ou o não futebol, de quase todos os jogos, um amontoado de jogadores desconexos e espaços enormes entre os setores, o que foi diferente, e muito, foi a entrega física do time em campo, não se pode reclamar que não correu, correu tanto que ao terminar o jogo a maioria dos jogadores se atirou no campo estafado. Isto só comprova que o time está correndo errado.
Foco agora em sair do Z4, e lugar de gremista no sábado é na Arena!


Fernando Junqueira nasceu num 10 de março de 1967 e no dia 12 de março o Grêmio estava em campo contra o Santos de Pelé no Olímpico. Conta a história da família que o pai estava ao lado do berço do bebê Fernando, com um rádio (daqueles grandes da época), que se colocava no ouvido e gritou muito alto quando o Alcindo fez o nosso gol e que nesse momento Fernando levantou os dois braços e chorou de emoção e desde então nunca mais parou de se emocionar com as cores preto, azul e branco.
É palestrante e consultor de empresas, diretor da Fernando Junqueira Desenvolvimento Empresarial e autor dos livros: AVENTURAS IMORTAIS I e II e também do O que fazer para RH dar lucro.