O SISTEMA POSICIONAL DO GRÊMIO – QUASE PARADO

Estamos em abril já, e o Grêmio ao invés de evoluir parece estar involuindo, não vemos nenhuma variação de esquema, não vemos jogadas ensaiadas, vemos jogadores sem a qualidade exercendo responsabilidades onde deveriam ter expertise, por exemplo, nosso batedor oficial de faltas é o Pavon. Vocês se lembram da última vez que ele fez um gol de falta? Se é que já fez algum. Vocês se lembram de uma falta batida para a área pelo Pavon que saiu gol?

O problema do Grêmio não foram as atuações horrorosas e vergonhosas dos jogos contra o Remo e Montevidéu Torque.

O problema do Grêmio, para mim, está na escolha errada de um sistema de jogo, onde os jogadores ficam fixos em suas posições e, portanto, fáceis de serem marcados.

O futebol do Grêmio me lembra um jogo de criança, eu chamava de Dedobol, em alguns outros lugares se conhece por Pregobol, onde numa madeira se colocam 22 pregos, 11  de cada lado do campo e com o dedo se impulsiona uma bola de gude, fazendo com que ela bata nos pregos e vá até o gol adversário.

O Grêmio joga de forma espaçada, com lacunas entre os setores, principalmente no meio-campo, que é pouco povoado, possibilitando ao adversário um controle tranquilo dos espaços e ocasionando que times piores em qualidade nos suplante em tática e fisicamente, pois correm melhor sem sofrerem pressão de marcação. Está na hora do Mister pensar num tradicional 4 4 2 e abandonar esse 4 3 3 faceiro e descompromissado.

E está na hora do Presidente Odorico Roman, para quem dei meu voto e confio que é sábio o bastante para conduzir os processos do clube, entrar no vestiário e lembrar o nosso técnico que o nome do clube não é GRÊMIO PREGOBOL PORTO ALEGRENSE!

Deixe um comentário