Últimas do Grêmio -Como o técnico Luís Castro gosta que seus time joguem?

Na manhã desta terça-feira (9) o técnico Mano Menezes anunciou sua saída do comando da casamata do Grêmio em nota nas redes sociais. Diante de tal fato, vários nomes começaram a surgir como substituto para assumir o cargo. Entre os mais comentados, Luís Castro parece ter sido escolhido como a primeira opção. De acordo com apuração, o treinador português tem o perfil almejado para ocupar a função no tricolor gaúcho. Para o novo departamento de futebol gremista, as mudanças para uma temporada de 2026 promissora começam em ir atrás dos atributos necessários para liderar o vestiário.

Foto: Vitor Silva/Botafogo.

Qual esquema de jogo Luís Castro gosta de implementar nas equipes que comanda?

Não é novidade que a escola de treinadores portuguesa está entre as mais renomadas do mundo do futebol. Em parceria com as universidades do país, a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) implementou metodologias para uma melhor capacitação de técnicos lusitanos para análises de treinamentos específicos para o esporte bretão – incluindo licenciaturas e mestrados na área.

Com experiência em clubes na Europa, entre os quais Porto, de Portugal e Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, Luís Castro tem como características equipes que tenham um senso coletivo entre os jogadores em campo. No entanto, outro fator que é levado em consideração é em razão do comandante lusitano já ter treinado o Botafogo em 2023.

Com esquema preferencial baseado no 4-2-3-1, o treinador entende que preencher o meio campo, fechando os espaços para o adversário trabalhar a bola, seja fundamental para se buscar um futebol consistente. Aplicando forte marcação na saída de bola, Castro busca times que sejam objetivos no setor ofensivo. Porém, o técnico também acredita que a manutenção da posse de bola possa ser uma alternativa para encurralar o oponente.

“Nós temos uma forma de estar em campo. Quando temos espaço para ir ao gol, vamos. Quando os adversários estão mais fechados, circulamos de fora para dentro para o corredor central. Não tem espaço? Tocamos para o lado. Chegamos lá, não entrou? Roda e continua. Tocamos até conseguirmos entrar”, afirmou o técnico Luís Castro na época que comandava a casamata do Botafogo.

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