Ufa, pegando ar para conseguir escrever sobre a vergonheira que armaram para prejudicar o Grêmio.
Mas se esqueceram apenas de um detalhe, era o Grêmio que estava em campo. Nesse ano, com um time que não nos passa nenhuma confiança, mas que nesse Grenal mostrou que não se pode brincar com essa camiseta.
O Grêmio sofreu e se emocionou com o que o juiz e os três que estavam no Var fizeram de forma descarada, absurda e inexplicável. Eu nunca tinha visto um jogador chorar em campo por tentarem colocar ele como vilão, como chorou o Noriega nos pênaltis inventados de forma vil e sorrateira pela equipe de arbitragem.
Mas hoje, os jogadores que vestiam a mais linda camisa do mundo viraram torcedores, e, em virando torcedores, ultrapassaram todos os limites possíveis para que o manto tricolor saísse vencedor.
Hoje, se o Alan Patrick acerta o último pênalti (o único que realmente foi), com certeza o Grêmio iria fazer mais um gol.
Esse Grêmio que vi hoje, peleando por cada bola, supera toda a dificuldade tática e técnica que tem apresentado.
O Grêmio hoje emocionou a sua torcida e, principalmente, honrou a camiseta azul, preta e branca.
Esse clássico de número 488 será lembrado para sempre como o Grenal que o Grêmio jogou contra 15 e mesmo assim ganhou!


Fernando Junqueira nasceu num 10 de março de 1967 e no dia 12 de março o Grêmio estava em campo contra o Santos de Pelé no Olímpico. Conta a história da família que o pai estava ao lado do berço do bebê Fernando, com um rádio (daqueles grandes da época), que se colocava no ouvido e gritou muito alto quando o Alcindo fez o nosso gol e que nesse momento Fernando levantou os dois braços e chorou de emoção e desde então nunca mais parou de se emocionar com as cores preto, azul e branco.
É palestrante e consultor de empresas, diretor da Fernando Junqueira Desenvolvimento Empresarial e autor dos livros: AVENTURAS IMORTAIS I e II e também do O que fazer para RH dar lucro.