Gre-Nal 453: Luís Castro é econômico nas palavras no empate do Grêmio com o Inter: “nada seria decidido aqui”

FOTO: LUCAS UEBEL/GREMIO FBPA

Os efeitos da pressão exercida sobre os jogadores do Grêmio talvez tenha causado algum efeito – sobretudo em relação a vontade do time em campo. Entretanto, ficou nítido que a equipe também carece de uma melhor preparação física. O empate em 0 a 0 com Internacional deixou isso evidente na partida de ontem.  O primeiro tempo da equipe gremista até foi razoável, dentro das nossas limitações. Porém o segundo tempo foi horroroso – como era de se esperar.

Agora tudo vai ser decidido na próxima quinta-feira, nas Arena, às 20h. Antes, no domingo, o Grêmio terá outra decisão pela frente. Dessa vez, para se afastar do z4 do brasileirão, o embate será em casa contra a Chapecoense, às 18h30.

Técnico do Grêmio sublinha que vaga será decidida em 180 minutos

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O técnico Luís Castro foi conciso no uso das palavras na entrevista coletiva depois do jogo. Cobrado devido ao desempenho gremista no Campeonato Brasileiro, o comandante da casamata se expressou sendo apenas protocolar. Castro reiterou que o apoio da torcida será fundamental  na partida da Arena.

“Nós sabíamos que nada seria decidido aqui neste primeiro jogo. São duas mãos e a eliminatória está aberta. É bom decidir em casa junto com nossos torcedores, que hoje foram incansáveis aqui. Em casa, estarão em maior número. É uma vantagem teórica e precisaremos mostrar na prática para chegarmos à vitória, que é o nosso objetivo”, afirmou.

Perguntado em relação a caída de rendimento do time no segundo tempo, o técnico Luís Castro disse que os meio campista sentiram o desgaste. Segundo o treinador do tricolor gaúcho, a mudança tática e as substituições de Pezzolano no inter foram eficientes para conter a meia cancha gremista.

“O Grêmio não sofreu uma situação clara de trabalho do Weverton. Não lembro de nenhuma de grande exigência. Só falta considerarem as chances de impedimento para nos massacrarem ainda mais. Krovi e Villa se desgastaram ao longo do jogo. Temos dificuldades de reposição na função e isso dificultou a nossa equipe, principalmente depois da entrada do Alan Patrick”, avaliou.

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Sobre a opção de escalar Jeovane Cabral no lugar de Amuzu desde começo da partida, o treinador gremista explicou que a condição física do atacante ganês não era das melhores. De acordo com o técnico Luís Castro, é necessário rotação no plantel para jogos com tamanha intensidade.

“O meu foco é no trabalho, no treino e no jogo. Por isso eu estou no Grêmio e nada mais. Jovane Cabral iniciou por merecimento, mas também pois Amuzu não tinha condições de começar. Teremos dois dias para avaliar junto com a área de saúde os jogadores. Vamos jogar contra a Chapecoense com aqueles que tiverem mais prontos para jogar. Não me sentirei limitado se alguns não conseguirem jogar”, explicou.

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