O Grêmio trouxe no começo do ano um técnico estrangeiro, da famosa e vencedora escola portuguesa de técnicos, chegou aqui com recepção de celebridade por parte da torcida, pintado como um grande conhecedor de futebol, mas que nunca ganhou um título importante sequer.
Já se passaram quase 5 meses, e me diga:
Tu já viste alguma jogada ensaiada do time?
Tu já viste alguma triangulação orquestrada taticamente do time?
Tu já viste o Grêmio jogando em outro esquema que não seja esse 4 3 3 anedótico?

Pois é, os outros técnicos devem morrer de rir quando enfrentam o Grêmio com esse esquema que, já se viu, não funciona.
Além disso, o nosso técnico quer ser o gênio que adaptou um jogador que era ruim na sua posição de origem, para ser um jogador inútil na lateral direita, o esforçado Pavon virou a alegria dos atacantes adversários (ontem, os jogadores do Cruzeiro, fizeram campeonato de quem dava mais janelinhas nele), além de contribuir em nada no ataque (ontem matou dois ataques por total falta de harmonia com a bola).
O Grêmio tem um ótimo goleiro, 2 zagueiros jovens muito promissores, um também jovem lateral esquerdo que não parece ser mau jogador, o Arthur, outros meias que sabem jogar bola, um baita centroavante, o rápido Amuzu e outros jogadores que são medianos, mas não destoam muito da maioria dos outros times.

Para mim é impossível que não se consiga fazer um time minimante equilibrado com esse plantel, salvo se o nosso técnico for uma piada, uma piada que a torcida tricolor está achando muito sem graça.
E sabe a última do técnico português?
Ele disse que a equipe não conseguiu, no 2º tempo de ontem, manter a ligação entre as partes do campo.
O Grêmio, depois de quase 5 meses, só tem uma jogada, balão do goleiro para o ataque se virar.
Não está tendo graça nenhuma o que o Luís Castro está fazendo.

Fernando Junqueira nasceu num 10 de março de 1967 e no dia 12 de março o Grêmio estava em campo contra o Santos de Pelé no Olímpico. Conta a história da família que o pai estava ao lado do berço do bebê Fernando, com um rádio (daqueles grandes da época), que se colocava no ouvido e gritou muito alto quando o Alcindo fez o nosso gol e que nesse momento Fernando levantou os dois braços e chorou de emoção e desde então nunca mais parou de se emocionar com as cores preto, azul e branco.
É palestrante e consultor de empresas, diretor da Fernando Junqueira Desenvolvimento Empresarial e autor dos livros: AVENTURAS IMORTAIS I e II e também do O que fazer para RH dar lucro.