Ufa! O Grêmio ganhou.
E na Copa do Brasil, que adoramos.
Mas, novamente, com um futebol pobre desse insistente 4 3 3 que o Luís Castro parece acreditar que funciona, ou não sabe outro esquema. O Técnico havia prometido durante a semana que iria fazer uma mudança radical, mas o que fez foi tirar um volante para a entrada do Gabriel Mec.
Mesmo contra um adversário fraco, e que ficou com 10 homens ainda no 1º tempo, esse esquema mostrou que não funciona. No final do tempo inicial o Confiança, já com um a menos perdeu uma chance clara de gol, circulando entra as linhas espaçadas do Grêmio.
No 2º tempo, o 4 3 3 foi desmontado, e mesmo se fazendo uma bagunça tática, o Grêmio dominou o frágil time de Sergipe. Outra vantagem do 2º tempo, que fez melhorar o time, foi a saída do insuficiente Pavon.
Gostei da atuação do Braithwaite, entrou bem, Arthur ditou o jogo e Amuzu foi o mais insinuante no ataque, o Tetê, mesmo contra um adversário fraco e com 10, não apresentou nada que justifique ainda a sua contratação, está difícil confiar que irá acontecer isto.
Vitória graças a jogadas individuais e fraqueza do adversário, não vi nada de evolução tática, nenhuma jogada ensaiada, nenhuma triangulação estruturada, enfim, foi uma partida com vitória, porém inconfiável.
E tu confias no trabalho que o Luís Castro está fazendo?


Fernando Junqueira nasceu num 10 de março de 1967 e no dia 12 de março o Grêmio estava em campo contra o Santos de Pelé no Olímpico. Conta a história da família que o pai estava ao lado do berço do bebê Fernando, com um rádio (daqueles grandes da época), que se colocava no ouvido e gritou muito alto quando o Alcindo fez o nosso gol e que nesse momento Fernando levantou os dois braços e chorou de emoção e desde então nunca mais parou de se emocionar com as cores preto, azul e branco.
É palestrante e consultor de empresas, diretor da Fernando Junqueira Desenvolvimento Empresarial e autor dos livros: AVENTURAS IMORTAIS I e II e também do O que fazer para RH dar lucro.