O Grêmio vive em um eterno “déjà vu” de lesões e improviso

Bah, é de não acreditar. Recém é 1º de maio, o ano mal começou direito e eu já me sinto exausto. É impressionante como o Grêmio vive em um “déjà vu” eterno, um ciclo vicioso de desgaste que não larga a gente.

Olha a situação o time viaja para Curitiba e a notícia é sempre a mesma. É um tal de “fulano sentiu”, “beltrano tá com edema”, “cicrano estourou o músculo”. A gente ganha um jogo no sufoco e, em vez de embalar, a próxima manchete é sempre a lista de quem ficou no Departamento Médico. Agora lá vamos nós, remendados de novo, buscar guri na base às pressas para tapar buraco porque o elenco não aguenta o tranco.

Foto: Luis Eduardo Muniz / Grêmio FBPA

Eu já estou cansado. É um desgaste emocional e físico que não dá trégua. Todo ano é esse roteiro a gente não consegue repetir uma escalação por três jogos seguidos sem que alguém abra o bico. Aí o treinador que se vire para fazer milagre com o que sobra.

Estamos no Dia do Trabalhador e eu, que sou torcedor, já estou mais fadigado que muito jogador ali dentro. Ver o time estacionado no meio da tabela, vendo os caras lá em cima abrirem vantagem enquanto a gente conta quem restou inteiro, é de desanimar qualquer um.

Não dá mais para aceitar essa mediocridade de planejamento onde o DM tá sempre lotado e o time sempre “em reconstrução” por causa de lesão. Parece que o Grêmio vive em um estado de crise médica permanente. Haja paciência, porque esse ciclo de remendar o time toda semana já deu o que tinha que dar. Desse jeito, o ano vai ser um parto.

Deixe um comentário