Sou e sempre serei contra gramado artificial, é outro jogo que se joga ali, não é futebol, mas o carpete do estádio da Chapecoense não é o responsável pelo resultado de ontem, um empate horroroso.
O Grêmio tem inúmeros campos de treino, deve ter um que seja de grama artificial para treinar e se adaptar melhor quando for jogar contra os clubes preguiçosos que colocam tapete para ser o campo de jogo.
Isso me lembra a frase que é atribuída ao ex técnico Neném Prancha, quando orientando seus jogadores a jogarem com a bola no chão e não dando balão, dizem que disse ele: “a bola é feita de couro, o couro vem da vaca, a vaca come grama, portanto meu filho, a bola tem que ficar na grama.” Hoje nem a bola é mais de couro e se a vaca comer essa grama artificial vai ter um sério problema estomacal.

Mas voltando ao horroroso jogo de ontem, um pênalti ridículo feito pelo Grêmio, numa falha do Pavon (aqui uma ressalva, ele não é lateral, e se já falhava na posição original, imagina na improvisada).
O time da Chapecoense é forte rival do Inter na briga por uma vaga na 2ª divisão de 2027, um time fraquíssimo, sem repertório e que só joga no balão para frente, e mesmo assim, o nosso empate só saiu por uma falha do goleiro deles.

Temos que falar do Tete, para mim até agora não disse ao que veio, é um carimbador de bola, mesmo tendo dado um baita chute de fora da área na trave, mas isto foi a exceção a pobre atuação da nossa mais cara contratação. O Grêmio melhorou, e muito, com a entrada do Enamorado, que não tem medo de ir para cima dos adversários.
Este ano, diferente dos anteriores, estou mais otimista, acredito que terminaremos no G4 pelo menos, mas temos um ainda longo caminho de ajustes e melhorias pela frente.
Deixamos 4 pontos pelo caminho nos últimos 2 jogos, e isso precisa ser recuperado.

Fernando Junqueira nasceu num 10 de março de 1967 e no dia 12 de março o Grêmio estava em campo contra o Santos de Pelé no Olímpico. Conta a história da família que o pai estava ao lado do berço do bebê Fernando, com um rádio (daqueles grandes da época), que se colocava no ouvido e gritou muito alto quando o Alcindo fez o nosso gol e que nesse momento Fernando levantou os dois braços e chorou de emoção e desde então nunca mais parou de se emocionar com as cores preto, azul e branco.
É palestrante e consultor de empresas, diretor da Fernando Junqueira Desenvolvimento Empresarial e autor dos livros: AVENTURAS IMORTAIS I e II e também do O que fazer para RH dar lucro.