
Fora Luís Castro!
Fora Luís Castro!
Fora Luís Castro!
O que este engodo de técnico fez ontem foi impressionante.
Fora Luís Castro!
Fora Luís Castro!
Fora Luís Castro!
Até conseguimos sair ganhando do Vasco e graças a qualidade do nosso goleiro levamos o jogo assim por um bom tempo, mas nenhum time sairá impune tendo este falastrão do Luís Castro na casamata.
Fora Luís Castro!
Fora Luís Castro!
Fora Luís Castro!
Ontem. Durante o jogo, ele simplesmente colocou o nosso único jogador que tenta botar a bola no chão, o Krovinovic, na ponta esquerda, e com isto trouxe todo o Vasco para cima do Grêmio. Qualquer, afirmo, qualquer técnico de várzea jamais faria isto.
Fora Luís Castro!
Fora Luís Castro!
Fora Luís Castro!
Ainda, escalou o time novamente no improdutivo 4 3 3, que é o único esquema que ele parece saber, só que sem o Marlon na lateral, por ali vira uma avenida, pois o Pedrinho é ala e não sabe marcar, foi visível que o Vasco jogou por ali.
Fora Luís Castro!
Fora Luís Castro!
Fora Luís Castro!
E,
ACORDA ODORICO!
TE MEXE ODORICO!
Dá um jeito neste teu Conselho de Administração que está mais preocupado em fazer política eleitoral do que no Grêmio, porque não era nem para eu estar escrevendo esta coluna hoje, pois até um presidente de time de várzea já teria colocado este técnico no olho da rua!

Fernando Junqueira nasceu num 10 de março de 1967 e no dia 12 de março o Grêmio estava em campo contra o Santos de Pelé no Olímpico. Conta a história da família que o pai estava ao lado do berço do bebê Fernando, com um rádio (daqueles grandes da época), que se colocava no ouvido e gritou muito alto quando o Alcindo fez o nosso gol e que nesse momento Fernando levantou os dois braços e chorou de emoção e desde então nunca mais parou de se emocionar com as cores preto, azul e branco.
É palestrante e consultor de empresas, diretor da Fernando Junqueira Desenvolvimento Empresarial e autor dos livros: AVENTURAS IMORTAIS I e II e também do O que fazer para RH dar lucro.